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Estes nove módulos são os capítulos do e-book Microbiologia Prática — O Guia da Bancada. Aqui você lê o resumo de cada um — no e-book, cada capítulo vem com protocolo completo, interpretação comentada, cálculos resolvidos e exercícios. Toque em um módulo para abrir.

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Abre o livro pelo que sustenta todo o resto: uma bancada organizada e um fluxo de trabalho que não deixa a amostra ser contaminada. Trata dos níveis de biossegurança, do uso correto do bico de Bunsen e das cabines, do EPI adequado a cada tarefa e do descarte de material infectante.

  • Níveis de biossegurança, zonas limpa e suja, fluxo unidirecional
  • Bico de Bunsen, cabines de segurança biológica e alça calibrada
  • EPI por atividade e descarte de material infectante

Percorre o meio de cultura do pó ao armazenamento da placa pronta. Meio mal pesado, mal autoclavado ou vertido fora da temperatura derruba a recuperação do agente antes de qualquer leitura, então o capítulo detalha cada etapa e lista as falhas mais comuns com a respectiva correção.

  • Simples, enriquecidos, seletivos, diferenciais e de transporte
  • Pesagem, dissolução, autoclavagem 121 °C/15 min e vertimento a ~50 °C
  • Controle de qualidade, armazenamento e solução de problemas

Cada coloração vem em passo a passo cronometrado, com o que se espera ver e os erros que mais custam resultado — descoloração excessiva no Gram, esfregaço espesso, lâmina superaquecida. Fecha com um fluxo de decisão que parte do Gram direto e orienta a conduta imediata.

  • Gram: cristal violeta → lugol → álcool-acetona → fucsina/safranina
  • Ziehl-Neelsen para BAAR, tinta da China para Cryptococcus e coloração de esporos
  • Fluxo de decisão a partir do Gram direto da amostra

Reúne as provas que transformam colônia em identificação presuntiva, cada uma com fundamento, execução e leitura no tempo certo. Os fluxogramas encadeiam as provas por morfologia do Gram, e a tabela IMViC organiza a diferenciação dentro das enterobactérias.

  • Catalase, coagulase e oxidase como triagem inicial
  • TSI, citrato, indol, urease e demais provas convencionais
  • Fluxogramas de identificação e tabela IMViC

Mostra a execução do disco-difusão sem improviso — inóculo, espessura do ágar, tempo até semear, disposição dos discos — e a leitura dos halos frente aos pontos de corte vigentes. Complementa com CIM e CBM, curva de morte e testes de sinergia, terminando no laudo liberado.

  • Kirby-Bauer: inóculo 0,5 McFarland, Mueller-Hinton 4 mm e leitura do halo
  • CIM, CBM, curva de morte e testes de sinergia
  • Interpretação em S, I e R e a passagem do resultado ao laudo

Cada cálculo da rotina aparece resolvido passo a passo, com a montagem da fórmula, as unidades e o resultado interpretado. Termina em um formulário de bolso que reúne todas as equações em uma página só, pensada para ficar ao lado da bancada.

  • Fator de diluição, UFC/mL e contagem em placa
  • C₁V₁ = C₂V₂, escala de McFarland e NMP
  • Tempo de geração e formulário de bolso com todas as fórmulas

A rotina micológica tem tempos próprios: incubação longa, risco de contaminação ambiental e leitura por morfologia macro e micro. O capítulo cobre do exame direto ao teste de sensibilidade a antifúngicos e avança para os métodos moleculares e o controle de infecção.

  • Exame direto, cultivo em Sabouraud e leitura morfológica
  • Teste de sensibilidade a antifúngicos
  • Biologia molecular aplicada e controle de infecção

Quarenta exercícios cobrindo todos os capítulos anteriores, do cálculo de UFC/mL à escolha do meio e à leitura do halo. O gabarito não entrega só a alternativa: explica o raciocínio, aponta onde o erro costuma acontecer e remete ao capítulo correspondente.

  • Exercícios de cálculo, identificação e interpretação de antibiograma
  • Gabarito comentado com o raciocínio completo
  • Remissão ao capítulo de origem de cada questão

Doze casos tirados da rotina hospitalar, apresentados como chegam ao laboratório: dados clínicos, amostra, achados e a decisão a ser tomada em cada etapa. A discussão acompanha o caminho completo até o laudo e o que ele muda na conduta clínica.

  • Hemocultura contaminada, urocultura e meningite bacteriana
  • Surto de Klebsiella produtora de carbapenemase em UTI e teste D
  • Candidemia e outros casos comentados até a liberação do laudo